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Tem um filme com o Roberto Benigni que ele é um motorista de taxi em Roma. E ele pega como passageiro um padre. E o taxista confessa que teve relações com uma cunhada. " Não sei se o senhor já teve um caso com uma cunhada, mas é coisa do diabo..."
É mesmo. Eu, quando era jovem conheci duas irmãs, uma mais linda que a outra. E nessa situação de dúvida; resultado, não fiquei nem com uma nem com outra e foi melhor assim. Afinal, ter duas irmãs maravilhosas numa mesma casa é de enlouquecer.
Vejam o caso da Miss Rondônia Máira. Ela é a caçulinha da Miss Rondônia 1996. Quer dizer, das duas uma. Ou em Rondônia,só a família dela tem mulher bonita(coisa que eu não acredito), ou o raio caiu duas vezes no mesmo lugar.
Chamavam a estrada Madeira Mamoré de a ferrovia do diabo. Acho que você se apaixonar pela big sister e depois pela little sister é diabólico.
Bom fim de semana para todos vocês. E viva a Máira e sua irmã...
Quando eu era menino e passava as minhas férias no Rio Grande do Sul, havia uma coisa que era uma ofensa maior. Ser chamado de prepotente. Era aquele menino que só queria brigar com guris menores. Era um covarde, pois nunca encarava alguém da sua altura. Então, um menino de uns nove anos querendo bater num outro de seis. Prepotência era isso.
O Doutor Ulysses sempre dizia que, numa reunião, quando o cidadão levanta a voz, bem se via que ele não tinha razão. "Porque que tem razão convence a outra parte, não tenta intimidá-la".
Nunca achei nada de valoroso num sujeito bater numa mulher, ou num filho. Acho que tenho ainda os ecos da minha inimizade com a tal prepotência. Agora mesmo saiu um livro de uma inglesa, Sarah Pomeroy, The murder of Regilla, que trata de violência doméstica entre os romanos. Regilla era da família dos Antoninos. Casou-se com um grego ,Herodes Atticus. Ele contratou um empregado para encher a esposa de porrada. Ela morreu. Estava grávida. O marido conseguiu, por corrupção de testemunhas, por ingerência política e ameaças, escapar de qualquer punição.
Claro, anos depois, reescreveram a sua história. Disseram que a mulher morreu porque merecia morrer. Que Herodes era um bom sujeito, mas foi difamado porque estava ficando muito poderoso; como se oposição tivesse inventado calúnias. De Nero a Pedro I , a oposição sempre diz que eles chutaram mulheres grávidas. Virou o símbolo da loucura e tirania.
Na coluna de Kennedy Alencar de hoje, este jornalista petista mais encabulado que o anão Dengoso da Branca de Neve, ele comenta que uma ministra toda-poderosa agora não está tão poderosa assim. Conta o jornalista que ela tem o hábito de berrar com subalternos, dar chiliques quando não consegue falar ao telefone com alguém , não suporta turbulências em vôos e atribui a imperícias do piloto e, cúmulo dos cúmulos, não admite que o seu suco de abacaxi, sua bebida preferida, esteja ligeiramente azedo. É capaz de humilhar o pobre do garçom, que apenas trouxe o copo na bandeja para a senhora consumidora
Dizem que ela tem um currículo invejável. Dizem que ela lutou contra a ditadura e foi guerreira. Dizem que ela é preparada , sabe tudo de gestão, que é séria e competente.
Eu ia falar daquela música do Bob Dylan, LIke a Rolling Stone, onde a moça uma hora não fala mais alto e não parece mais tão orgulhosa.
Mas ela não merece ser comparada com um personagem de uma canção do Dylan.
Ela é uma prepotente.É uma menina de nove, batendo num nenê de um ano.
Uma versão piorada do Herodes Aticus .
Mas sempre haverá quem a defenda , e ela se dirá uma pobre Regilla.
Ela não cabe na minha categoria thank heaven.
No tempo que havia direita e esquerda no Brasil, a Fiesp odiava o PT e o PT odiava a Fiesp. Por isso, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Mário Amato, não gostou nem um pouco da eleição da Luiza Erundina para a prefeitura da capital paulista.
Mas como ela foi eleita, fazer o quê ,não é mesmo? Convidou-a para um jantar e que ela discursasse. Na apresentação, o empresário Amato falou a seguinte frase:" Para o nosso deleite, ouviremos as palavras da prefeita eleita Luiza Erundina".
Agora, quando a ministra Dilma foi convocada pelo Senado para prestar esclarecimentos, disse que será um prazer;
Acho que o prazer da ministra e o deleite do empresário correspondem ao mesmo tipo de emoção.
Existem dois tipos de pessoas: as caseiras e as rueiras. Sim, aquelas pessoas que adotam o lar, doce, lar e os bate-pernas. Uma pessoa caseira que tem que viajar se sente mal, com saudade de casa, do cachorro, dos livros, dos discos, do papagaio. Nada pior que uma pessoa do lar ter que pegar um avião. Vira um turista acidental.
Se a ministra Marta sair da classe turística para a campanha paulística, o nome que o PT quer emplacar no cargo vago é o do ex-ministro Palocci.
Taí, é o nome adequado. Para um ministro do turismo só serve um cidadão que não gosto de caseiro...
Num programa humorístico dos anos setenta, Balança mas não cai, tinha um personagem chamado Lilico. Era um sujeito que simulava um bêbado, com um tambor e um chapeuzinho todo enrugado. Falava uns absurdos, tirava o chapéu e dizia, como bordão :" trabalhas na casa ?"
Bem, soube o Luis Favre, o marido da Marta, tem um blog. E ele comenta óperas , livros e faz loas à patroa. Mas num post recente, idolatra a dona Dilma. Com aquela foto que mostra a Ministra fazendo ,sem-querer, um sinal obsceno, Favre atribui um gosto pela coisa, ao declarar que seria bem-feito para eles, oposição.
O Brasil é um pais tão acolhedor que o caboclo é gringo, mas se sente em casa. Até gostar de mandar os outros para aquele lugar , ou fazer aquilo outro.
Ou então o nobre consorte já acha que trabalha na casa.