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Havia na Poli uma menina que namorou com muitos direitosos , numa época que o legal era ser de esquerda. A moça passou a ser apelidada de Eva Braun.
A atriz Paola Oliveira era uma gracinha , sempre valorizada neste blog. Até começar a namorar com aquilo chamado Mauricio Mattar. Caiu na minha lista negra , ficou pior na foto do que a Eva Braun original, a do Reich.
Um dos defeitos de nomes em lingua estrangeira é quando se fala errado nas duas linguas. Quem sabe italiano sabe que Paola se fala Paula, como nós. Mas acham bonito chamar uma Paola de Paôla.
Ainda não esqueci o passo em falso da menina.
Mas para quem acha que eu exagero, taí a foto que sai amanhã na Nova.
Dizem que um botafoguense consultou um auditor do Imposto de Renda, se poderia deduzir o Botafogo, seu amor, como dependente, já que havia pago todas as entradas dos jogos.
Pois o auditor disse que não, claro. Que para declarar , ele deveria ter algum ganho em 2007. No caso dele, ele teria apenas que declarar como isento...
Se Pedro negou Cristo três vezes, não seria uma Unicef que iria segurar a onda do Ronaldo. O que foi surpreendente foi a pressa. A Unicef negou , hoje, que tenha qualquer vínculo com aquele que era o seu embaixador até não saber a diferença entre ele e ela.
Hoje o Daniel Piza , falando do Marcos, goleiro do Palmeiras, disse que talento e caráter é uma união rara.
No caso do Ronaldo, esta união não existe.
Na Unicef.
Depois que eu ,platonicamente claro, me encantei com a Gyselle, tenho sempre que posso , acompanhado as notícias deste estado que eu. infelizmente, ainda não conheço.
Pois hoje, o Presidente Lula está lá. Até aí , nada de novo. Mas na companhia do nosso chanceler Amorim. Pois os dois irão numa inauguração de um hospital e de um conjunto habitacional de policiais.
A Gy, dizem, fala melhor francês que português. Vai ver que o Lula acha que os piauienses falam a lingua do Victor Hugo e ele precisaria de um intérprete.
Os senadores do Império representavam províncias que eles nem conheciam. Um ministro das Relações Exteriores inaugurando hospital no Piauí é algo ,no mínimo, drôle d'idée.
Volta e meia surgem piadas da participação brasileira na Segunda Guerra. Outros ,mais atrevidos, questionam a própria invasão dos Aliados, como se isso fosse uma atividade menor, quando comparada com a invasão da Normandia.
Mas agora saiu um livraço ( 800 páginas) do jornalista Rick Atkinson, chamado The day of Battle: the war in Sicily and Italy. É o segundo da trilogia, ele já escreveu um livro da campanha do Norte da África. É uma perfeição de detalhes, estilo, fluidez , tudo de alto nível.
O livro mostra bem que os americanos e os ingleses não se entendiam, falavam outra lingua. Churchill dava ( numa visão eurocêntrica ) maior interesse ao Mediterrâneo, temia que a Marinha americana fosse logo para o Pacífico. E achava que a invasão italiana seria um passeio. Por mais que o avisassem que o general Kesselring , dos nazistas, era um gênio militar. E , realmente, foi muito mais difícil que eles imaginavam. Além disso, o livro mostra que mesmo sob comando de Eisenhower houve muitas decisões caóticas. Patton não sai bem na foto; sua imagem é vista como uma figura doente na sua arrogância. Um dos seus assessores falou a frase perfeita:"Patton é admirado pelos historiadores, mas execrado pelos soldados".
Aliás, fica claro a importância da campanha italiana. Sem ela, não haveria a invasão na Normandia. E sempre foi vista, por tudo mundo, como uma atividade menor. Um tio do meu pai , filho de italianos, achava injusto mandarem soldados ignorantes, era ele que queria ir, mas claro, tendo um período de turismo. Dizem que o próprio Golbery, quando foi, nem viu a cobra fumar, só ficou visitando museus.
Nunca saberemos a real atuação do general brasileiro. Elio Gaspari poderia escrever uma biografia, mas depois das tantas inverdades e equívocos da sua obra sobre a ditadura, é difícil crer no que ele escreve. Ainda mais sobre o seu guru.
Interessante que a expressão a cobra vai fumar é uma provocação à frase do próprio Getúlio, que achava mais fácil uma cobra fumar ao Brasil entrar na guerra.
Outra maneira de entendermos a guerra seria ler os documentos particulares do Conde Ciano. O autêntico. Porque o atual, prefere a exposição do Metropolitan sobre as roupas do Batman e da Mulher Gato.
Ou a conquista do Campeonato Paulista.